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REPÚDIO À VIOLÊNCIA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA E À PRIVATIZAÇÃO DA SABESP



Deputadas e deputados da oposição, PT, PCdoB, PSOL, PSB e Rede, repudiam ação da Polícia Militar que, cumprindo determinação da presidência da Assembleia Legislativa de São Paulo, avançou contra manifestantes com gás e cassetetes, fechou acessos ao plenário e aos corredores, durante votação do projeto do governador Tarcísio de Freitas que privatiza a Sabesp.


O uso da força policial para impedir a manifestação popular expressa toda a violência embutida no âmago da proposta do governador. Inadmissível retirar do povo o direito à água, sobretudo, quando isso acontece embaixo de cassetetes e gás de pimenta. A ação policial resultou na detenção de vários manifestantes e deixou pessoas feridas.


Nesse contexto, a presidência da Assembleia Legislativa deu continuidade à votação da privatização da Sabesp, cerceando o exercício da liberdade parlamentar de deputados e deputadas, entre elas gestantes e idosas, que sofreram as consequências do gás que tomou boa parte do prédio.


Apesar dos apelos das bancadas de oposição pelo adiamento da sessão, em razão da insalubridade para continuidade dos trabalhos e da falta de garantia para a participação democrática de parlamentares eleitos, a base do governo Tarcísio de Freitas retomou a sessão, de forma antidemocrática e intransigente, reiterando o seu descaso com o Estado de São Paulo e entregando a Sabesp para os empresários, mesmo com parlamentares impedidos de exercer sua atividade legislativa, por não poderem permanecer no Palácio 9 de Julho.


Repúdio à violência! Não à privatização da Sabesp!




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